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Como será o governo do futuro?

Como será o governo do futuro?

E-book desenvolvido pelo Observatório Sistema Fiep para a Celepar traz as tendências e muito mais. Confira!

O planejamento estratégico Celepar 2030, feito pelo Observatório Sistema Fiep para a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná, iniciou com o estudo prospectivo sobre ‘O Futuro do Governo Digital’. Afinal, para planejar a longo prazo é preciso entender os caminhos da tecnologia da informação para os próximos anos.

Para Leandro Victorino de Moura, diretor-presidente da Celepar, tudo começou com a necessidade de promover melhorias e atualizações de metodologias do planejamento estratégico da instituição. “Essa é uma das metas da gestão atual, já que os desafios frente às tendências mundiais em tecnologia de comunicação e informação e governo digital estão em constante mudança”.

Em seguida, a Celepar iniciou a busca por uma metodologia com flexibilidade para atender essa demanda tão customizada. “A equipe do Observatório Sistema Fiep aceitou o desafio de construir um planejamento estratégico de forma totalmente virtual, em um contexto de incertezas geradas pela pandemia, com técnicas variadas no levantamento e tratamento das informações coletadas com stakeholders diversos, como diretores, gestores, colaboradores e clientes. A produção do e-book ‘O Futuro do Governo Digital’ como base para as análises internas foi um diferencial”, completa.

Como foi o processo de estudo

Durante seis meses, sete pesquisadores do Observatório fizeram uma curadoria nacional e internacional de práticas relacionadas ao governo digital. “A partir disso, o conteúdo foi organizado em formato de e-book, apreciado e validado pela Celepar e pelo Gartner Group em reuniões de análise e construção coletiva”, explica Marília de Souza, gerente executiva do Observatório.

Para ela, “a iniciativa pode ser muito útil para outras companhias da mesma natureza em todo o Brasil, como as instâncias dos governos federal, estadual e municipal, e até mesmo a iniciativa privada”.

Vale reforçar que, por ser um meio em constante transformação, o universo digital cria tendências, leis e canais novos com frequência. Por isso, o planejamento estratégico da Celepar e a metodologia serão revistos anualmente. “Além de acompanhar constantemente os resultados alcançados, o trabalho prevê a realização de uma revisão anual. Fizemos as tendências baseadas no governo digital de hoje, com leis e decretos atuais. Logo, sempre que houver mudança, iremos aperfeiçoar”, comenta.

O que faz parte do e-book

O estudo elencou 10 macrotendências: os grandes movimentos globais que indicam as transformações na sociedade nos próximos anos e como elas vão impactar as operações do governo.

Depois, detalhou as 39 tendências que vão ditar o futuro da transformação digital para o governo e as dividiu em cinco categorias:

  1. Cultura e educação digital
  2. Governança e gestão
  3. Regulamentações
  4. Segurança digital
  5. Serviços digitais

O material conta ainda com a indicação das 13 tecnologias que devem marcar o caminho para a digitalização do governo e 10 direcionadores das transformações, que indicam as direções a seguir.

O que já é realidade

“Hoje, as empresas e o governo já vivenciam algumas práticas citadas no estudo, como o uso de tecnologias para tomada de decisão, a valorização da experiência do cidadão, a otimização da gestão pública pela transformação digital e o uso de identidade digital”, aponta Marília.

Na Celepar, iniciativas já estão em andamento. Leandro conta que, dos 10 drivers de futuro apontados no e-book, quatro foram escolhidos para compor o planejamento estratégico. Por consequência, se tornarão projetos, metas e ações a serem realizados ainda em 2022, 2023 e assim por diante. “Governo em plataforma, governo centrado no cidadão, serviços governamentais inteligentes e confiáveis e ciber-resiliência terão o nosso foco neste início”, destaca o diretor-presidente da Celepar.

O que podemos esperar para o futuro do Governo Digital

Para Marília, a interação das empresas com o governo pode se tornar mais ágil e transparente por meio de multicanais. “A informação pode ser trocada com mais rapidez e segurança, sem que haja perda de nenhum dado importante ou que se confunda algum tipo de informação. Há também a mitigação de fraudes nos registros que são passados ao governo”.

Leandro concorda e afirma que, “um governo que promove inovações e soluções tecnológicas simples, ágeis e digitais, trabalha para melhorar a vida do cidadão”.

Às empresas há ainda a possibilidade de atuação como fornecedoras de tecnologias e serviços para participar desses ecossistemas digitais. “Este movimento irá demandar também a transformação digital das empresas para interagir com as instâncias governamentais e para se manterem competitivas no mercado”, conclui a gerente executiva do Observatório.

Saiba mais sobre o que o Observatório Sistema Fiep oferece aqui.

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