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Desconforto emocional em períodos de isolamento

Desconforto emocional em períodos de isolamento

 

Vamos enfrentar esse tempo com consciência, inteligência e empatia.

Como seres humanos, nos organizamos em sociedade por meio da interação social. Portanto, durante períodos de isolamento, o mal estar psicológico pode se instalar, fragilizando nossa capacidade de adaptação e reação ao estresse do confinamento, produzindo respostas fisiológicas e emocionais que podem impactar nosso sistema imunológico e a condição de equilíbrio mental para enfrentamento de situações adversas.

» EVITE excesso de informações desnecessárias. Informação em excesso pode gerar ANSIEDADE! Essas ações podem te levar a um estado mental de constante alerta, prejudicando o relaxamento e capacidade de discernimento.

» EVITE pensamentos vitimistas. Estar isolado não é uma punição e sim, uma preservação e contribuição para o bem comum. Permanecer em casa por alguns dias é necessário, mas não é uma condição definitiva. Em breve, tudo voltará ao normal. Lembre-se: Você tem condições de ressignificar o momento atual e dar a sua contribuição.

» EVITE solidão como percepção de abandono. A solitude é um estado desejável de privacidade que permite a reflexão e a subjetivação pessoal, mas a solidão pode produzir tristeza em excesso e potencializar traços depressivos inerentes a cada pessoa. Utilize toda tecnologia disponível para manter-se conectado com a vida e com pessoas que você estima. Una-se aos seus familiares e amigos, promovendo boas conversas por meio de videochamadas, telefonemas ou mensagens. Lembre-se: Você tem condições de se fazer presente ainda que fisicamente longe ou apartado de seu grupo social.

» EVITE pessimismo como padrão de pensamento. Quando estamos amargurados, nosso mundo interior fica embrutecido e nossas reações e comportamentos podem se revelar de forma destrutiva, ferindo aqueles que estão à nossa volta e nos impedindo de enxergar soluções.

» EVITE não fazer nada. Se o ócio não for criativo, pode conduzir a um estado de letargia existencial. Encontre nas atividades manuais e nas atividades físicas que possam ser executadas em casa um meio para aliviar desconfortos e para preencher o tempo. Lembre-se: Você pode manter-se ativo e produtivo, mesmo estando em casa. Mova-se e alivie a tensão do isolamento.

» EVITE uma agenda sem compromissos. Estabelecer uma rotina diária ajuda na realização de PROPÓSITOS! Para muitas pessoas, trabalhar em regime de home office, pode ser uma experiência nova e eventualmente não prazerosa. Essa nova realidade, ainda que temporária, pode desorganizar a rotina diária e produzir algum tipo de insegurança ou angústia. Organize seu tempo, incluindo períodos voltados a sua atividade profissional. Respeite intervalos como o almoço, pausas para o café e término de expediente. Não abra mão do tempo livre! Leia, interaja com outras pessoas e descanse! Lembre-se: Gerencie sua agenda, considerando o momento atual sem perder de vista seus propósitos mais elevados.

» EVITE viver numa perspectiva meramente individualista. Você tem condições de dividir espaços, aceitar rotinas e propor acordo visando a coletividade e a unidade. Sua individualidade é importante, mas dimensão coletiva não pode ser ignorada. É importante que todos tomem consciência das dificuldades atuais, exercitando empatia, firmando acordos e regras de convívio, e buscando um elevado espírito de colaboração e apoio mútuo, a fim de tornar a vida agradável durante esse período.

» EVITE inviabilizar as “minorias”. Crianças, Idosos e portadores de deficiências, pacientes com baixa imunidade e doenças crônicas devem ser ouvidos e priorizados, pois tem perspectivas e necessidades peculiares. Conversar, escutar, compreender e estabelecer rotina solidária inclusiva é importante para que as limitações impostas pela pandemia possam ser assimiladas e seguidas. Adapte as restrições diminuindo a sensação de perda e impedimento.

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NÃO DESANIME! Enfrentaremos esse tempo com consciência, inteligência e empatia.

 

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Por: Sesi PR

Observatório Sistema Fiep
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