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Economia terá retorno gradual a partir de maio ou junho, mostra estudo do Observatório Sistema Fiep

Economia terá retorno gradual a partir de maio ou junho, mostra estudo do Observatório Sistema Fiep

Material divulgado na última terça-feira (14) analisa tendências da crise provocada pela pandemia de Covid-19 e traz dicas de como empresários podem atenuar seus efeitos negativos.

Na última terça-feira (14) lançamos um estudo em que analisa algumas tendências para a economia brasileira com os efeitos da pandemia do novo coronavírus. Com o título “Economia em tempos de Covid-19”, o material explica os motivos que fazem desta uma crise diferente das anteriores, mostra possíveis cenários de recuperação – indicando gradual retorno econômico a partir de maio ou junho – e apresenta as mudanças que podem ocorrer após esse choque. Traz, ainda, dicas de como os empresários podem atenuar os efeitos negativos e se preparar para a retomada dos negócios.

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A análise é baseada em estudos de economistas e entidades de referência global. “À medida que a Covid-19 se espalhou pelo mundo, um novo cenário econômico surgiu”, afirma o presidente do Sistema Fiep, Carlos Valter Martins Pedro. “Para que as empresas tenham mais condições de reagir durante e após essa crise, é preciso entender seus motivos e seus efeitos, e é isso que o Observatório Sistema Fiep apresenta neste estudo”, completa.

O documento mostra que, diferente de crises anteriores, a pandemia do novo coronavírus atingiu ao mesmo tempo as maiores economias do mundo, que estão conectadas globalmente por fluxos transfronteiriços de bens, serviços, conhecimentos, pessoas, capital financeiro e investimentos. As medidas restritivas para contenção do vírus causaram choques na demanda internacional, interrupções nas cadeias de suprimentos e rupturas bancárias, entre outros efeitos que atingiram o sistema econômico.

O estudo traça projeções sobre o provável tamanho e persistência da quarentena econômica para o Brasil, prevendo o retorno gradual da demanda e oferta de produtos e serviços a partir de maio ou junho, seguido de uma lenta recuperação do Produto Interno Bruto (PIB). Para essa recuperação, são traçados três cenários com diferentes níveis de retomada do crescimento do PIB.

O estudo mostra, também, como diferentes setores estão sendo afetados. Para a indústria, os problemas vão desde interrupções no fornecimento de matérias-primas e insumos até a queda nas vendas de bens duráveis. Traz também um levantamento sobre medidas que as grandes economias estão adotando para amenizar os impactos econômicos da pandemia e apresenta possíveis legados que poderão ser deixados pela crise. Entre eles, a possibilidade de desenvolvimento de cadeias globais de valor mais descentralizadas ou fragmentadas, a transformação de modelos de negócios e o aumento de acordos políticos multilaterais de cooperação.

Por fim, dá algumas dicas a empresários para que, atentos aos sinais desta crise, possam atenuar os efeitos negativos em seus negócios. Concentrar-se nos sinais dos consumidores, preparar-se para as piores trajetórias de recuperação e pensar em como o negócio se comportará no mundo pós-crise são algumas delas. 

Observatório Sistema Fiep
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